Flávio foi mais rápido que a ditadura Lula?
A imprensa especula sobre a saída de Flávio Bolsonaro do país como se isso fosse um ato de covardia ou uma confissão de algum crime que, até o momento, não passa de uma narrativa política amplamente explorada pela militância petista.
Mas covardia extrema é a anuência da grande mídia ao autoritarismo estatal, à perseguição política e às prisões ilegais, sem garantia da ampla defesa e do contraditório. Agora, mais uma vez, aplaudem a atuação opressora do estado brasileiro que age como um sistema ditatorial que persegue e prende seus opositores.
É notório que Flávio Bolsonaro não terá o benefício da imparcialidade da justiça nem o direito à ampla defesa. Sua prisão, seguida de sua inelegibilidade, parece ser inevitável, pois Alexandre de Moraes e Lula, que ocupam os mais altos postos dos Poderes Judiciário e Executivo, respectivamente, e comandarão o país por mais quatro anos, estão sedentos por vingança e dispostos a tudo para permanecer no poder.
O crime de Flávio é ser oposição ao Partido dos Trabalhadores e ameaçar o poder de Lula, que nunca escondeu sua admiração por regimes ditatoriais. Por Bruno Carlini





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